terça-feira, 2 de novembro de 2010

                                                          HINOS 

                         PARA O RAMO ESCOTEIRO SOMENTE SERÁ COBRADO
                                                     O RATAPLAN DO AR





MP3:
 http://www.buscamp3.org/nprevia.php?id=3473664e4632394f666d&lightbox[width]=453&lightbox[height]=35






 

terça-feira, 26 de outubro de 2010

FOGUETES 

Como funcionam os motores de foguetes?
Uma das missões mais incríveis que o homem já empreendeu foi a exploração espacial, de assombrosa complexidade. A exploração espacial é complicada porque existem muitos problemas a resolver e obstáculos a superar - coisas como:
- o vácuo do espaço;
- problemas com gerenciamento do calor;
- a dificuldade da reentrada;
- a mecânica orbital;
- micrometeoritos e detritos do espaço;
- radiação solar e cósmica;
- a logística de como ter um banheiro em um ambiente sem gravidade.
Mas o maior problema de todos é conseguir energia suficiente para simplesmente tirar a aeronave do solo. É aí que entram os motores dos foguetes.
Os motores dos foguetes são, por um lado, tão simples que você poderia montar e voar em seu próprio modelo de foguete sem gastar muito. Por outro lado, os motores de foguetes e seus sistemas de combustível são tão complicados que somente 3 países conseguiram colocar pessoas em órbita.
Vamos dar uma olhada nos motores dos foguetes para entender como funcionam, bem como para compreender um pouco da complexidade que os rodeia.
O básico Quando a maioria das pessoas pensa a respeito de motores, lembra de rotação. Por exemplo, o motor a gasolina de um carro produz energia rotacional para mover as rodas. Um motor elétrico produz energia rotacional para girar um ventilador ou fazer girar um disco. Um motor a vapor é usado para fazer o mesmo que faz uma turbina a vapor e a maioria das turbinas a gás.
Os motores dos foguetes são radicalmente diferentes, pois são de reação. O princípio básico no qual se baseia o motor de um foguete é o famoso princípio newtoniano segundo o qual "a cada ação corresponde uma reação de igual intensidade e sentido contrário". Um motor de foguete está jogando massa para um sentido e se beneficiando da reação que ocorre no sentido oposto como resultado.

Esse conceito de "jogar massa e se beneficiar da reação" pode ser difícil de assimilar a princípio porque não é isso que parece estar acontecendo. Veja os exemplos a seguir para ter uma idéia melhor da realidade.

 Se você já teve a oportunidade de ver uma mangueira de incêndio dessas grandes jogando água, deve ter notado que é necessário usar muita força para segurar a mangueira (às vezes, são necessários 2 ou 3 bombeiros). A mangueira está atuando como um motor de foguete. Ela está jogando água em uma direção e os bombeiros estão usando sua força e peso para contrabalançar a reação. Se eles soltassem a mangueira, ela ficaria batendo em tudo a sua volta com uma força tremenda. Se os bombeiros estivessem em skates, a mangueira iria empurrá-los para trás em grande velocidade.
  Quando você enche uma bexiga e deixa que ela voe por toda a sala, está criando um motor de foguete. Nesse caso, o que está sendo jogado são as moléculas de ar que estão dentro da bexiga. Muitas pessoas acreditam que as moléculas de ar não pesam nada, mas elas têm peso. Quando elas saem pela boca da bexiga, o resto da bexiga reage no sentido oposto.
O motor de foguete geralmente está jogando massa na forma de um gás a alta pressão para fora em uma direção para obter uma reação no sentido oposto.
Basicamente é assim que o motor de foguete funciona.


domingo, 24 de outubro de 2010

JOGOS DA MODALIDADE DO AR

  Em construção ...

TEORIAS DE VÔO

                           TEORIAS DE VÔO
              Forças Aerodinâmicas

Arrasto Parasita
Formado por todas as partes da aeronave que não produzem sustentação (área plana equivalente). A resistência ao
avanço induzida é criada pela ponta das asas.
Movimentos da Aeronave
Arfagem ou Tangagem - Movimento em torno do eixo transversal de uma aeronave, relacionado ao efeito de subir
(cabrar) e descer (picar).
Rolamento ou Bancagem - Movimento de curva para a direita ou esquerda em torno do eixo longitudinal da
aeronave.
Guinada – Movimento em torno do eixo vertical da aeronave, relacionado com o efeito de mudança de rota.
Diedro - Inclinação da asa em relação ao eixo transversal da aeronave.
Pitch - Ângulo de inclinação do nariz da aeronave.
Sustentação: no teorema de Bernoulli, Equação do Escoamento e tubo de Venturi.
Observações:
- Com o aumento da altitude a velocidade diminui
- A resistência ao avanço induzida é provocada pela ponta das asas
- Curva de potência útil é para hélice
- A pressão atmosférica é estática
- Aerofólio é baseado no tubo de venturi
- O coeficiente de resistência ao avanço (CD) é para corrigir os efeitos de viuscosidade do ar
-Vento de rajada ascendente levanta o nariz do avião (ângulo de ataque maior)
- L = Sustentação
- CL – Coeficiente de Sustentação
- Quando o CG estiver a frente do CP o avião é mais estável






LINHAS ISOGÔNICAS

Numa carta aeronáutica (WAC) podemos encontrar
as linhas isogônicas. As linhas isogônicas num mapa,
interligam pontos de mesma declinação magnética.
Linhas de uma mesma declinação magnética são
chamadas de isogônicas. Veja o mapa abaixo:
Mas como vamos reconhecer uma linha isogônica numa carta WAC ? As linhas isogônicas são representadas em carta aeronáutica (WAC) por uma
 linha tracejada segudo valor da declinação. Veja o mapa abaixo:


 Aumente a imagem para ver melhor: 
neste mapa temos duas linhas isogônicas.
A - - - - - - - - - - - - 13°- - - - - - - - 
e - - - - - - - - - - 14°- - - - - -


 Agora que você já sabe o que é uma linha isogônica , 
suponha que você tem que traçar na carta uma rota.
Mas o que é rota ? Rota é a projeção na superfície da
terra da trajetória estabelecida pelo piloto. Ou seja,
como uma carta é a projeção da surpefície da
terra, é uma linha reta entre um aeroporto onde se está ,
até o outro que se pretende ir. Veja a figura abaixo:


Quando você traça a rota em seguida você precisa descobrir seu rumo, ou seja, a direção da rota estabelecida – no nosso caso São Paulo – Rio – expressa em graus ( 000° a 360°). Rumo é a direção que você tem
que seguir para sair de São Paulo e chegar no Rio de Janeiro.
Mas como vou descobrir meu rumo? Usando uma régua de plotar ( na figura abaixo ).
Colocando a régua de plotar sobre a carta e traçando uma
reta traço a ROTA entre o ponto de partida até o ponto de chegada.


Em seguida posiciono a régua da seguinte forma:




Depois é só ler os graus que estiverem alinhados com o meridiano.



                                               Então teremos:








                         Este é o RUMO GEOGRÁFICO.

                Para descobrirmos o RUMO MAGNÉTICO 
                devemos 
deduzir ou somar o valor de uma 

                linha isogônica, depois 
verificar no mapa o 

                ano em que foi feito e acrescentar as 
correções

                anuais necessárias.


               É assim que usando uma CARTA AERONÁUTICA 
                   WAC , 
um piloto traça a rota e descobre que 

                           rumo magnético 
deve seguir.



BÚSSOLA
A palavra “bússola” vem do italiano do sul bussola, que significa “pequena caixa” de madeira de buxo. É composta por uma agulha magnética na horizontal suspensa pelo centro de gravidade, e aponta sempre para o eixo norte-sul, ao seguir a direcção do norte magnético da Terra. Atribui-se a descoberta da orientação natural dos ímans aos chineses, por volta do ano 2000 a.C., e por consequência, a invenção da bússola. Foi introduzida na Europa pelos árabes, e foi Flávio Gioia que introduziu também o desenho da rosa-dos-ventos na bússola, mas, conforme se veio recentemente a provar é afinal um historiador italiano que a aborda pela primeira vez no ocidente. Data pelo menos do século XV o conhecimento da declinação magnética, quer dizer, da diferença entre o Norte magnético, indicado pela agulha, e o Norte verdadeiro e, possivelmente, foi descoberta pelos portugueses. A declinação era verificada pelo confronto com a observação da Estrela Polar, quando no hemisfério norte, ou da Estrela Pé do Cruzeiro, quando no hemisfério sul, e a direcção apontada pela bússola.
A bússola é sem dúvida o instrumento mais conhecido dos Descobrimentos, pois foi provavelmente o mais importante. Indicando sempre o Norte, é uma ajuda preciosa para todo e qualquer navegador. As bússolas actuais variam um pouco entre si, mas têm os mesmos componentes básicos.
Uma bússola é um instrumento navegacional para se encontrarem direcções. Ela consiste num ponteiro magnetizado livre para se alinhar de maneira precisa com o campo magnético da Terra. Uma bússola fornece a uma direcção de referência conhecida que é de grande ajuda na navegação. Os pontos cardeais são norte, sul, leste e oeste. Uma bússola pode ser usada com um relógio e uma sextante para fornecer uma capacidade de navegação bem precisa. Esse dispositivo melhorou bastante o comércio marítimo tornando as viagens mais seguras e mais eficientes.
Uma bússola pode ser qualquer dispositivo magnético que usa uma agulha para indicar a direção do norte magnético da magnetosfera do planeta. Qualquer instrumento com uma barra magnetizada ou agulha girando livremente sobre um pivô e apontando para o norte e o sul pode ser considerada uma bússola. Contudo, uma bússola a bordo de uma embarcação não é chamada de bússola, mas sim agulha de marear, ou simplesmente agulha.

GPS
O sistema de posicionamento global, popularmente conhecido por GPS é um sistema de navegação por satélite que fornece a um aparelho receptor móvel a posição do mesmo, assim como informação horária, sob todas quaisquer condições atmosféricas, a qualquer momento e em qualquer lugar na Terra, desde que o receptor se encontre no campo de visão de quatro satélites GPS. Encontram-se em funcionamento dois sistemas de navegação por satélite: o GPS americano e o GLONASS russo. Existem também dois outros sistemas em implementação: o Galileo da União Europeia e o Compass chinês. O sistema americano é detido pelo Governo dos Estados Unidos e operado através do Departamento de Defesa. Inicialmente o seu uso era exclusivamente militar, estando actualmente disponível para uso civil gratuito. No entanto, poucas garantias apontam para que em tempo de guerra o uso civil seja mantido, o que resultaria num serio risco para a navegação. O GPS foi criado em 1973 para superar as limitações dos anteriores sistemas de navegação.
Aplicações
Além de sua aplicação óbvia na aviação geral e comercial e na navegação marítima, qualquer pessoa que queira saber a sua posição, encontrar o seu caminho para determinado local (ou de volta ao ponto de partida), conhecer a velocidade e direção do seu deslocamento pode-se beneficiar com o sistema. Atualmente o sistema está sendo muito difundido em automóveis com sistema de navegação de mapas, que possibilita uma visão geral da área que você está percorrendo.
A comunidade científica utiliza-o pelo seu relógio altamente preciso. Durante experiências científicas de recolha de dados, pode-se regist(r)ar com precisão de micro-segundos (0,000001 segundo) quando a amostra foi obtida. Naturalmente a localização do ponto onde a amostra foi recolhida também pode ser importante. Agrimensores diminuem custos e obtêm levantamentos precisos mais rapidamente com o GPS. Unidades específicas têm custo aproximado de 3.000 dólares e precisão de 1 metro, mas existem receptores mais caros com precisão de 1 centímetro. A recolha de dados por estes receptores é mais lenta.

Guardas florestais, trabalhos de prospecção e exploração de recursos naturais, geólogos, arqueólogos, bombeiros,
são enormemente beneficiados pela tecnologia do sistema. Com a popularização do GPS, um novo conceito surgiu
na agricultura: a agricultura de precisão. Uma máquina agrícola dotada de receptor GPS armazena dados relativos à
produtividade em um dispositivo de memória que, tratados por programa específico, produz um mapa de
produtividade da lavoura. As informações permitem também otimizar a aplicação de corretivos e fertilizantes.










      

CARTA AERONÁUTICA

CARTA AERONÁUTICA – WAC – Dica: Não se esqueça de levar régua e lápis.
Escala
Definimos escala de um desenho como sendo a razão entre o comprimento do projeto e o comprimento real correspondente, sempre medidos na mesma unidade.

Usamos escala quando queremos representar um esboço gráfico de objetos, da planta de uma casa ou de uma cidade, mapas, maquetes, etc.
Se num mapa a escala indicada é de 1:1.000.000, isso quer dizer que cada medida no desenho do mapa é 1.000 vezes menor que a realidade, sendo assim : Cada 1 cm medido no mapa representará no real ->1.000.000 cm = 10 km
Se num aeromodelo cada cm do protótipo equivale a 32 cm no real, afirmamos que esse modelo está na escala de 1: 32, ou seja, tudo no avião é 32 vezes maior que no modelo.
Todo mapa cartográfico é feito em escala
O Mapa parcial do município do Rio de Janeiro está construído na escala 1:450.000, ou seja, cada cm medido no mapa, medirá, na verdade 450.000 vezes maior, ou seja : 1 cm no mapa será equivalente, no mapa, a 450.000 cm = 4.500 m = 4,5 km.